Araruna-PB, Quarta-Feira, 3 de Junho de 2020

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O dia 18 de maio, Dia Nacional da Luta Antimanicomial, marca no Brasil o movimento por uma sociedade sem manicômios, além de questionamentos relacionados ao estigma social em torno dos transtornos.

Ana Paula Solano, coordenadora da Saúde Mental do Município, afirma que este adoecimento desequilibra e abala as relações humanas, afeta o bem estar das pessoas com a necessidade de lidar com situações limites, adicionando angústia, ansiedade e medos, pontua.

18 de maio é um movimento caracterizado pelos direitos das pessoas portadoras do transtorno mental. O foco desse movimento é o combate ao estigma e a exclusão de pessoas em sofrimento mental grave. Tem o objetivo de lembrar como qualquer cidadão, a pessoa com transtorno mental tem direito fundamental a liberdade, direto de viver em sociedade, além do direito de receber cuidado e tratamento, sem ter que abrir mão do seu lugar como cidadão.

O movimento da reforma psiquiatra iniciou-se no final na década de 70 em pleno processo de democratização do país e em 1987 teve dois marcos importantes para a escolha do dia que simboliza esta luta ,o  encontro dos trabalhadores da saúde em Baurú-SP e a primeira Conferência Nacional de Saúde Mental em Brasília.

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Araruna, iniciou suas atividades em maio de 2005, há 15 anos, segue desenvolvendo suas atividades com uma equipe multiprofissional: Atendimento Psiquiátrico e Clínico, Psicológico e Oficinas.



Postado por: ASCOM PMA